Quadradinho e legal

O Boxx parece um brinquedo, mas pode levar um adulto confortavelmente

Ele é pequeno, leve e bem original. Chega a parecer de brinquedo. Mas o Boxx é um scooter de verdade.

Ele tem apenas um metro de comprimento, mas pode levar tranquilamente um adulto. Por outro lado, é tão pequeno e leve – pesa só 54 quilos – que pode ser guardado num canto qualquer de uma sala ou do escritório. E, como não é nada feio, até vai enfeitar o ambiente.

Cada roda tem um motor elétrico embutido

O Boxx é movido a eletricidade e pode rodar até 70 quilômetros sem precisar de recarga com o pacote de baterias de série. Mas, se o dono precisar ir mais longe, pode comprar um pacote opcional, que dobra o alcance da maquininha.

Outra novidade é que  o Boxx tem dois motores, que ficam dentro das rodas. Eles têm força para levar até 130 quilos e atinge 64 km/h, o suficiente para rodar em avenidas movimentadas. Um problema é que as rodas são muito pequenas, com apenas 10 polegadas (25,4 cm) de diâmetro, com pneus baixos. Essas medidas não são boas para lugares onde o asfalto é ondulado e piores ainda se houver buracos.

Mesmo estreito, o Boxx tem faróis e lanternas, como um scooter normal

Quer saber o preço? A versão básica fica por quatro mil dólares, mais ou menos R$ 7.200,00. Isso lá nos Estados Unidos – aqui no Brasil, com todos os impostos, vai custar pelo menos o dobro.

 

Pé na estrada

"Botamóvel" comemora os 100 anos da fábrica

O nome deste carro é Bootmobile – traduzido, quer dizer mais ou menos “botamóvel”. Ele foi construído por uma empresa chamada LL Bean, que faz roupas e equipamentos para camping e aventuras ao ar livre.

O que a LL Bean mais quer, é claro, é que os seus clientes caiam na estrada, rumo às trilhas nas matas, pescarias ou caçadas.

A bota original é forrada e impermeável

Por isso, para comemorar seus cem anos de existência, fez uma réplica gigante de um dos seus calçados especiais, o Maine Hunting Shoe. A carroceria é de fibra de vidro e espuma plástica e a estrutura do carro é uma gaiola de aço.

Por onde passa, o Bootmobile manda logo seu recado: “vamos botar o pé na estrada”.

 

 

Janela do futuro

Personagens poderão interagir com a paisagem

É apenas uma questão de tempo: tanto a GM quanto a Toyota estão trabalhando em sistemas que vão permitir usar as janelas laterais dos carros como telas interativas.

Será muito legal para usar nas viagens mais longas.

Será possível mandar mensagens para quem viaja em outro carro

Um grupo de estudantes da Academia de Artes e Design Bezalel, em Israel, desenvolveu uma série de programas que poderão ser usados nessas janelas. Um deles vai permitir que personagens animados interajam com a paisagem. Por exemplo, vão correr quando o terreno for plano, como um campo, e saltar obstáculos que surjam pelo caminho, como cercas ou pedras.

GM e Toyota já estão desenvolvendo o sistema

Os passageiros dos carros também poderão enviar mensagens visuais para os ocupantes de outros veículos que encontrarem pelo caminho e até trocar músicas ou vídeos com eles.

Fusca tem seu dia

O carro mais querido do Brasil é homenageado dia 20 de janeiro

Milhares de fãs do Fusca vão comemorar o dia dedicado ao seu carro preferido. Com mais de três milhões de unidades vendidas no Brasil, o Volkswagen Sedan (nome oficial do carro) foi líder de mercado no país por 24 anos.

O Fusca começou a ser produzido no Brasil em 1959 e pode se dizer que foi o carro que ensinou o Brasil a dirigir. Mais de uma geração de motoristas aprendeu a dirigir num Fusca e, para a maioria dos motoristas, foi o primeiro carro de suas vidas.

Recorde mundial: pista de Hotwheels com 600 metros

Trecho da piscina. Antes a pista percorre toda a casa

Ela é muiiiiiito grande: uma pista de Hotwheels com quase seiscentos metros de comprimento.

O circuito foi construído por um americano do estado do Texas e passa por quartos, corredores e salas de dois pisos da casa dele antes de ir para a rua e contornar a piscina.

O vídeo tem mais de quatro minutos, tempo necessário para um carrinho percorrer toda a mega pista.

Que tal ter uma dessas em casa?

Morgan comemora 75 anos do 4/4 com carro igual ao de 1936

O Morgan 4/4 foi o primeiro carro da marca com quatro rodas

O Morgan 4/4 é o carro esporte mais antigo do mundo em produção. Ele foi lançado em 1936 e o modelo fabricado hoje é quase igual ao original.

A Morgan, que fica na Inglaterra, está lançando uma série especial para comemorar os 75 anos do carro.

Uma curiosidade é que antes de fazer o 4/4, a Morgan só fazia carros com três rodas. Para diferenciar o novo carro, a fábrica usou a denominação 4/4, que quer dizer que o motor tem quatro cilindros e o veículo usa quatro rodas.

Outra curiosidade sobre o Morgan é que a estrutura da carroceria é feita de madeira, uma tecnologia que nenhuma outra fábrica utiliza hoje. O carro é muito leve, pesa apenas 920 quilos.

O Morgan já teve motores maiores, com oito cilindros, mas a edição especial usa um quatro cilindros com dois litros de capacidade e potência de 145 cavalos.

Quem quiser um, vai ter que encomendar e esperar bastante: como os Morgans são feitos a mão, a entrega demora até dois anos. E o preço também é bem salgado, cerca de R$ 110 mil na Inglaterra. Para importar um para o Brasil, sairia por pelo menos uns R$ 200 mil.

Aço mais leve que isopor

O novo material tem a espessura de uma folha de papel e usa fios de aço mais finos que cabelo

Cem vezes mais leve que isopor e tão forte quanto o aço normal. Assim é um novo material criado por cientistas americanos, que poderá revolucionar a construção de automóveis no futuro.

Ainda sem ter um nome, o material que tem a espessura de uma folha de papel é feito de várias camadas de uma malha de tubos de aço mil vezes mais finos que um fio de cabelo.

O novo material foi desenvolvido nos laboratórios do Instituto de Tecnologia da Califórnia, juntamente com outras entidades.

Como uma mola

Além de pesar muito pouco, a malha de aço tem outra propriedade interessante: ela volta ao normal depois de ter sido comprimida até a metade de sua espessura.

Os engenheiros acreditam que o novo material poderá servir para ajudar a diminuir o peso dos carros, o que ajuda a gastar menos gasolina. Além disso, por ser muito resistente, pode ser importante para aumentar a segurança dos automóveis.

No início, o material poderá custar muito caro. Por isso, deve aparecer primeiro em carros de corrida, como na Fórmula 1. E, como é verdadeiramente leve, pode ser usado até mesmo em aviões e foguetes espaciais.